domingo, 24 de maio de 2009

Calma com Dilma

Dilma Rousseff não está curada, como insistem em afirmar o presidente Lula e outros governistas.

Também não está descartada do quadro eleitoral, como cogitam o PMDB e a oposição.

É claro que todos estamos torcendo pela cura da ministra, como faríamos por qualquer pessoa. No entanto, considera-la curada - médicos afirmam que esta não é a realidade - enquanto o tratamento não terminar pode ser perigoso.

A quimioterapia debilita as pessoas após cada sessão, por isso é ilusão dizer que Dilma seguirá normalmente sua agenda. Segundo Lula as mulheres trabalham mesmo doentes, já os homens por qualquer coisa querem ficar em casa. Ele só parece esquecer que essa não é uma simples gripe, mas uma doença que precisa ser completamente curada, através de um tratamento agressivo.

Enquanto insistirem na sua precoce cura haverá o risco da candidata Dilma Rousseff e da "mãe do PAC" passarem por cima das condições da paciente Dilma.

É preciso calma ao diagnosticar o caso da ministra, porque muito mais do que peças do jogo de xadrez que é a eleição, o que está em jogo é uma vida.

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